Dizem por ai que a vida é um ciclo, que tudo passa que tudo sempre vai mudar. Mas será que nada além da lembrança consegue ficar?
Se tudo há de acabar porque o sol nasce todo dia no horizonte?
Se for verdade que tudo apaga, que um dia as coisas perdem o brilho, como explicar a permanência das estrelas?
Passam-se décadas, mas o sorriso de um bebe é iluminado; a imaginação das crianças é inacreditavelmente aflorada; assim como os adolescentes tem um ídolo a quem se inspirar.
Passam-se anos, contudo, as músicas do John Lennon ainda são tocadas e quando eu e você morrermos elas ainda serão escutadas.
Se for verdade que um dia o amor acaba, que o sentimento é efêmero, então como explicar a saudade?
Se tudo realmente se perde então a amizade não existiria. Pois esta, quando é verdadeira, não acaba com o tempo, não muda, nem murcha. Ela é como uma fênix!
Só nos resta uma explicação:
Nem tudo é como era antes, porém, sobra sempre algo que era que é e sempre será. Porque é preciso entender que nem todo dia de chuva é triste, às vezes no verão chove e nem tudo acaba...

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